segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A AVALIAÇÃO NO COTIDIANO ESCOLAR

Maria Teresa Estebam, aborda a avaliação no cotidiano escolar como um relevante processo a ser discutido com mais clareza e objetivo, de modo que reflexão sobre avaliação só tem sentido se estiver atravessada pela reflexão sobre produçaõ do fracasso/sucesso escolar, no processo de inclusão/exclusão social. Para a autora o processo de avaliação não pode estar ligado com os padrões pré-estabelecidos, pois dessa forma qual seria o papel da avaliação se não diferençiar o aluno que sabe e o que não sabe. Apesar de ser quase unânime a idéia de que avaliação é uma prática indispensável ao processo de escolarização a ação avaliativa continua sendo um tema polêmico. Cada vez mais estamos vivendo um momento de construção de proposta para a redefinição do cotidiano escolar e podemos perceber que a avaliação é uma questão significativa nesse processo. Por isso é preciso práticas pedágogicas democráticas. A avaliação escolar nessa pespectiva excludente silencia as pessoas, suas culturas e seus processos de construção do conhecimento, desvalorizando saberes fortalece a hierarquia que está posta, contribuindo para que diversos saberes sejam apagados, percam sua existência e se confirme na ausência de conhecimento.





quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Mapeamento das Escolas

Escola Marechal Rondon
End: Praça Marechal Rondon S/N
Bairro: Marechal-Rondon
Cep:41.285.100


Escola Comunitária Regina Stukenborg
End: 3º Travessa da Rua Boa Vista S/N
Bairro: Marechal-Rondon
Cep: 41.580.600

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O contador de historias

Filme de Luiz Villaça, baseado na vida do mineiro Roberto Carlos Ramos.
È a história de como o afeto pode transformar a realidade de uma pessoa tida como irrecuperavel. Roberto Carlos caçula entre dez irmãos desde cedo demonstra um talento especial para contar história, aos 6 anos de idade o menino cheio de imaginação é deixado pela mãe em uma instituição oficial que segundo a propagada da TV, preparava as crianças para serem médicos, advogados engenheiros. Acreditando assim está garantindo o futuro melhor para seu filho. Mais a realidade na instituição é bem diferente e aos poucos Roberto vai perdendo as esperanças. Aos trezes anos após várias fugas ele é classificados como irrecuperável, pois desde cedo já tinha aprendido as leis da sobrevivência na instituição.
Contudo para a pedagoga francesa Margherit Duvas(Maria de Medreiros) nem tudo está perdido ela veio ao Brasil para desenvolver uma pesquisa e Roberto representa um desafio, determinada ela faz dele seu objeto de estudo, passando por cima de vários obstáculos colocando até a vida em risco. No principio ele reluta mais depois de uma experiência traumatica, Roberto procura abrigo na casa da Pedagoga. Depois de muitos desafios e com a ajuda da Pedagoga, Roberto se torna pedagogo e um grande contador de histórias, voltando a instuitação anos depois.